Amor Viralata - Um amor incondicional

Os animais são meus amigos, eu não como meus amigos

 

O que me dá mais medo não é o grito dos homens maus, mas o silêncio do bons...


Isso serve para todas as pessoas que amam a natureza, os animais, a vida, mas que a maioria das vezes cruzam os braços diariamente para o sofrimento de animais indefesos.


Todos nós, que amamos os animais, que nos consideramos protetores deles, devemos ser um exemplo de amor e devolvermos a vida à eles, pois mesmo quando inocentemente comemos um pedaço de carne, mesmo sem olhar em seus olhos, seus membros, estamos contribuindo para o sofrimento de seres que nascem, crescem e morrem para satisfazer nosso paladar.

Precisamos dar uma basta nisso, comemorar o nascimento de Jesus saborendo a morte de um peru indefeso é uma crueldade que fizemos sem pensar.


Nunca é tarde para trasformarmos o mundo começando por nós mesmos.


Você sabe toda a verdade por trás do consumo da carne ?

Informe-se através do site www.institutoninarosa.org.br e mude sua vida para sempre.

 

Porque os protetores de animais comem carne?

Texto extraído do site www.soama.org.br - 21/08/08


" Palestra proferida no 36 Congresso Vegetariano Mundial"
Paula Brügger Bióloga, Especialista em Hidroecologia, Mestre em Educação e Doutora em Ciências Sociais, Professora do Deptº de Ecologia e Zoologia da UFSC, Coordena o projeto de educação ambiental "Amigo Animal". É ativa na defesa dos animais como voluntária da ONG "Sociedade Animal". Foi, durante quatro anos membro do "Comissão de Ética no Uso de Animais" - (CEUA).
Por que é tão comum protetores de animais comerem carne?
Embora possamos prescindir de carne e outras formas de proteína animal para garantir uma boa saúde, muitos protetores de animais ainda comem carne unicamente porque, de um lado, não têm que matar o animal com suas próprias mãos, e de outro, desconhecem todos os sofrimentos por que passam tais animais antes de chegar às suas mesas. Em outras palavras, vale a velha máxima: "o que os olhos não vêem, o coração não sente".
A relação seres humanos-animais pode ser tratada sob inúmeros aspectos: tráfico de animais; alimentação rica em proteína animal; uso de animais em ensino e pesquisa; uso de animais em circos, rodeios, etc, animais de rua, e muitas outras. A questão dos animais de rua é sem dúvida um dos principais focos de atuação da maior parte das ONGS que têm como objetivo o amparo e a proteção dos animais, e é um problema muito mais visível, pois os animais abandonados estão sofrendo diante de nossos olhos. Esse problema é, entretanto, apenas a "ponta do iceberg", quando se trata da relação entre nós e os animais.
Além dos inúmeros problemas sociais e ambientais antes apontados, cada vez que nos sentamos à mesa estamos compactuando, ou não, com a exploração e sofrimento de milhares de animais. Embora esse sofrimento não esteja diante de nossos olhos, a verdade é que diversos outros seres sencientes, isto é - capazes de experimentar prazer, dor e outras sensações -, passam suas breves vidas confinados em condições deploráveis para depois serem abatidos e nos servir de alimento. Porcos, frangos, bezerros, perus e muitos outros animais são brutalmente mutilados antes de virar comida: seus rabos e bicos são cortados ou queimados para evitar o canibalismo e/ou para que não possam escolher parte de seu alimento; são castrados sem anestesia; são transportados para os matadouros sem água ou alimento suportando temperaturas extremas, etc. O sofrimento pode ser tanto que em muitos casos - como o dos bezerros criados para produzir vitela -, o abate, ou seja a morte, é quase que uma redenção, já que marca o fim de uma vida absolutamente miserável. Há ainda muitas outras formas de sofrimento impostas a animais que não são criados em cativeiro como a separação entre mães e filhotes, a separação de rebanhos, as marcas com ferro em brasa, e outros sacrifícios que não levam em consideração os interesses dos animais, como argumenta o filósofo Peter Singer.

Mas será correto submetermos seres sencientes a todo esse sofrimento para deles tomamos carne, ovos, leite ? Serão os animais nossos companheiros de jornada na Terra, ou meros recursos para nos servir e atender nossos desejos hedonistas ? A triste realidade é que em nossa sociedade os animais estabulados e de granja deixam de ser seres vivos e se tornam meros objetos, no caso, meros containers de proteína. É patético pensar, por exemplo, que a idade em que porquinhos são abatidos, é a mesma época em que, em outras condições, esses mamíferos inteligentes estariam brincando animadamente, tanto quanto nossos cães e outros animais de estimação. De fato, o mesmo tratamento considerado "normal" ou "aceitável" para muitos animais que nos servem de alimento, é considerado cruel e suficiente para dar voz de prisão, quando aplicado aos nossos animais de estimação. O Decreto Lei 24.645/34, por exemplo, que estabelece medidas de Proteção aos animais, prevê como crime uma série de situações de sofrimento que ocorrem corriqueiramente com animais submetidos a processos de produção industrial, mas isso jamais impediu que tais sofrimentos fossem impostos aos animais.
Se tratamos cães e gatos com carinho e amor, mas não nos sensibilizamos com o sofrimento de outros animais, estamos sendo injustos.
Não somos mais caçadores-coletores e temos à nossa disposição uma ampla variedade de fontes de proteína que nos garantem uma alimentação balanceada. Portanto, pelo menos no que diz respeito à maior parte da população urbana do mundo, a carne e outras formas de proteína animal podem ser consideradas um luxo já que é possível prescindir de seu consumo.
O tratamento diferente que damos a cães e porcos, por exemplo, fere o princípio ético da igualdade, entendida como igual consideração de interesses. Ser passível de sofrimento é a característica que diferencia os seres que têm interesses - os quais deveríamos considerar -, dos que não os têm. Enfim, a condição de "senciente" é suficiente para que um ser vivo seja considerado dentro da esfera da igual consideração de interesses.
http://www.ecoterrabrasil.com.br/home/index.php?pg=temas&cd=1333
Os animais que você come não são aqueles que devoram outros, você não come as bestas carnívoras, você as toma como padrão. Você só sente fome pelas criaturas doces e gentis que não ferem ninguém, que o seguem, o servem, e que são devoradas por você como recompensa de seus serviços. - Jean-Jacques Roussea

 

Reflexões...

Texto extraído do site www.institutoninarosa.org.br
Animais não nos dão a vida como contam as historinhas ou como os desenhos animados e a propaganda em folhetos escolares procuram mostrar. Nós tiramos as suas vidas. Eles lutam até o fim para fugir da morte, do mesmo jeito que faríamos se estivéssemos em seu lugar.


O porco, dócil e inteligente, não aceita a morte simplesmente pensando que ela é apenas mais um passo na produção de bacon; portanto, será difícil vê-lo cantando alegremente como nos anúncios dos produtores de salsichas.


As galinhas não sonham em virar caldo na panela, assim como perus não querem ser criados para serem mortos, por mais que a propaganda insidiosa, subliminar tente nos convencer.
A gentil e paciente vaca não se rende docilmente à marreta ou à faca; ela se agita e pula como pode para se livrar do gancho que prende uma de suas pernas, que foi quebrada e pendurada a uma corrente.
Os produtores de leite nos EUA costumam fazer propaganda. Uma delas mostra uma simpática vaca sorrindo, enquanto uma suave voz masculina avisa, em off, que o leite dessa empresa é proveniente de vacas felizes.
Talvez ele esteja se referindo ao efeito dos tranqüilizantes e antidepressivos que esses animais recebem regularmente para combater a tristeza dos ambientes onde são criados.

 

Links interessantes

www.institutoninarosa.org.br

www.apasfa.org/futuro/animais_consumo.shtml

 



Amor Vira-lata - Um Amor Incondicional - Entidade sem fins lucrativos - Todos os direitos reservados.